Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

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Publicado em 28/10/2016

Atualidades

Novidades no tratamento aumentam as chances de cura do câncer

A palavra câncer já significou sentença de morte, mas hoje é diferente. As drogas estão mais eficazes e os efeitos colaterais muito menores.



Câncer é uma palavra que já significou sentença de morte, mas hoje é muito diferente! Já ouviu falar em terapia alvo? E em imunoterapia? As drogas estão cada vez mais seletivas e os efeitos colaterais muito menores. Hoje é possível tratar até grávidas.


O que mudou na quimioterapia?
O tratamento de quimioterapia existe há décadas e é feito com medicações injetadas na veia. Segundo o Doutor Pedro de Marchi, não houve avanço na quimioterapia na última década porque ela vem sendo cada vez mais substituída por terapias mais modernas, como a terapia alvo e imunoterapia.

A maioria dos quimioterápicos usados atualmente são os mesmos que eram usados já no final da década de 1990, no entanto, houve avanço nas medicações usadas para evitar os efeitos colaterais.

O que mudou na radioterapia?
A radioterapia tem avançado muito nos últimos anos. As técnicas se modernizaram e o tratamento é mais preciso. Há 15 anos, a radiação emitida pelos aparelhos atingiam o tumor, mas também queimavam muito as células sadias em volta dele. Hoje, a radioterapia é feita com equipamentos que controlam melhor a radiação, atingindo o tumor e afetando muito pouco as células sadias. Esse avanço permitiu que o tratamento fosse mais tolerável, porque causa menos efeitos colaterais, e mais efetivo, já que é possível tratar o tumor com doses maiores de radiação.


Terapia alvo
Existem vários medicamentos chamados de terapia alvo molecular. Em geral, eles são usados num tratamento paliativo, onde o principal objetivo é o controle da doença pelo maior tempo possível. A terapia alvo melhora a qualidade de vida do paciente porque diminui os sintomas do câncer, mas não cura a doença. O tratamento é mantido até que a doença deixe de responder ou o paciente tenha efeitos colaterais que o impeçam de seguir tomando a medicação. A terapia alvo pode controlar o câncer por muitos anos.





g1.globo.com