Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

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Publicado em 22/07/2016

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Sejamos luzeiros no mundo



Estamos atravessando em nosso tempo uma crise mundial em todas as áreas, não só em nosso país, mas mundialmente. A degradação moral e social da humanidade tem sido gigantesca. Em meio ao caos, conseguiremos ouvir uma palavra de esperança? Como veremos luz em meio às densas trevas?

Isaías, o profeta messiânico, nos apresenta um momento de crise em Israel, mas ao mesmo tempo “um raio” de esperança que ele descreve como luz, uma palavra profética para o mundo: “Contudo, não haverá mais escuridão para os que estavam aflitos. No passado, ele humilhou a terra de Zebulom e de Naftali, mas, no futuro, honrará a Galiléia dos gentios, o caminho do mar, junto ao Jordão. O povo que caminhava em trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz” (Isaías 9:1,2 NVI).

Aquele momento profético é um prenuncio dos dias que vivemos hoje. O profeta Isaías já previa “no futuro” o nascimento do Messias, o salvador, a Luz, que nos últimos tempos resplandeceria. Isso aconteceu mais tarde com o nascimento do “verbo que se tornou carne e habitou entre nós”. Ele nasceu, morreu, ressuscitou e ascendeu aos céus, e deixou-nos um legado, uma missão e um amigo, o Espírito Santo consolador, que daria continuidade à sua obra redentora por meio de nós, seus conservos. Sem a luz, estávamos irrevogavelmente culpados e sentenciados à morte: “Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más” (Jo 3:19 NVI).

Jesus Cristo nos convida, por meio do Espírito Santo, a sermos condutores da luz, ou seja, o reflexo dele mesmo neste mundo conturbado, onde ninguém sabe para aonde está indo. Nos chama para sermos luzeiros resplandecentes. A escuridão revela quem realmente é luz, procura fazer o bem, pois quem é luz afasta as trevas: “Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus" (João 3:20-21 NVI).

“Porque é Deus quem, segundo o seu beneplácito, realiza em vós o querer e o executar. Fazei todas as coisas sem murmurações nem críticas, a fim de serdes irrepreensíveis e inocentes, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde brilhais como luzeiros no mundo”
(Filipenses 2:13-15).

Jesus está a nos repetir neste tempo, como outrora: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12b)

Simone Maia

Pedagoga e professora de DEBQ de Bangu-RJ